Sobre a DROP DRESS
A DROP DRESS não surgiu de uma pesquisa de mercado. Surgiu de uma experiência vivida.
A marca nasceu como DR.OP Dress — uma referência a doutor e operação —, mas, por uma questão de dificuldade fonética, evoluiu para DROP DRESS. Um nome mais fluido e leve, como as peças.
A cura começa no centro cirúrgico, mas continua em casa — e a recuperação plena exige dignidade, autonomia e conforto durante o período de repouso.
Patricia Ritter é médica e, quando passou por uma cirurgia, percebeu algo que nenhum livro de medicina preparou: não existiam roupas que fizessem uma mulher em recuperação se sentir confortável e se vestir sem dificuldades. As opções disponíveis no mercado eram limitadas, repetitivas e esteticamente sem graça — peças que pareciam dizer que, naquele momento, o conforto e a beleza eram incompatíveis.
Essa percepção não era apenas pessoal. Ao longo de anos acompanhando a recuperação de pacientes, Patricia observava de perto a mesma dificuldade se repetir: mulheres relatavam o desconforto das roupas comuns, a dificuldade para se vestir com os movimentos limitados e o constrangimento no manuseio de drenos. Faltava uma solução que aliasse o rigor médico ao acolhimento.
Foi ao ver um vestido cachequer na vitrine de uma loja que a ideia surgiu com clareza: por que não adaptar o modelo e fazer totalmente aberto na frente, para facilitar ser vestido por quem está em recuperação? Uma roupa que uma mulher com mobilidade reduzida consiga colocar sem dor ou malabarismos e sem abrir mão de se sentir bem-vestida.
“Por que não criar algo bonito, acessível e igualmente funcional?”
Essa pergunta foi o ponto de partida. E Patricia tinha, além da visão, um recurso que poucas empreendedoras teriam: sabia costurar. Aprendeu com a avó materna e a madrinha na adolescência, e sempre teve afinidade com os trabalhos manuais. Mais tarde, formalizou esse conhecimento com um curso de modelagem industrial no SENAI, onde conheceu Ederly — professora que se tornaria também sua mentora na costura. Ela não só a ensinou como a incentivou a seguir em frente quando a ideia ainda era só um esboço.
Foi com a Ederly que Patricia fez a criação, a modelagem e a pilotagem de todas as peças. Cada peça foi desenvolvida com precisão anatômica, pensada a partir da experiência real de quem viveu o processo e da observação clínica de quem acompanhou inúmeras recuperações: a posição do bolso para o dreno, em compartimentos seguros e discretos; o cós de ribana que não pressiona a região operada; o fechamento que permite vestir e tirar sem esforço; os tecidos que respiram, respeitam a pele sensibilizada e acompanham o corpo em cada fase da recuperação.
Com as peças piloto prontas, surgiu outra dificuldade: a produção. Após algumas tentativas frustradas de dar forma à produção em escala, Patricia encontrou Silvia Doré, que passou a produzir as peças com o rigor e o padrão que ela exigia. Cada costura, cada acabamento, cada detalhe revisado com o mesmo cuidado de quem sabe — por dentro — o que uma mulher em recuperação precisa.
Sustentabilidade com propósito
E porque nos preocupamos em ser sustentáveis, nossas peças foram desenhadas para serem roupas de verdade — não descartáveis de uso único. Após a recuperação, cada peça continua sendo uma roupa bonita, confortável e usável no dia a dia. Moda que cumpre sua função durante o pós-operatório e permanece no guarda-roupa depois dele.
Mais do que moda funcional, a DROP DRESS é uma ferramenta de reabilitação. É o que nasce quando uma médica decide que suas pacientes merecem se sentir lindas enquanto se curam — e que o cuidado com o corpo não pode parar na porta do centro cirúrgico.
Missão, Visão e Valores
Missão
Oferecer moda funcional pós-operatória que devolve autonomia e autoestima à mulher durante a recuperação, com modelagem exclusiva e tecidos de qualidade superior.
Visão
Ser referência nacional em vestuário pós-cirúrgico, provando que roupas para recuperação podem unir funcionalidade, conforto e elegância.
Valores
Cuidado · Autonomia · Qualidade · Empatia · Inovação